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Film Music: A Neglected Art : A Critical Study of Music in Films

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In addition to the new material on the synthesizer mentioned above, the author has completely reviewed the four parts of the book and integrated new material where appropriate: History (an overview from the silent films to the present); Aesthetics (the artistic purposes film music serves and the forms it takes); Technique (how to synchronize music to picture and the specia In addition to the new material on the synthesizer mentioned above, the author has completely reviewed the four parts of the book and integrated new material where appropriate: History (an overview from the silent films to the present); Aesthetics (the artistic purposes film music serves and the forms it takes); Technique (how to synchronize music to picture and the special demands of television); and Contemporary Techniques and Tools (comprising video post-production, digital audio, and other innovations). A completely updated bibliography rounds out this informative study.


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In addition to the new material on the synthesizer mentioned above, the author has completely reviewed the four parts of the book and integrated new material where appropriate: History (an overview from the silent films to the present); Aesthetics (the artistic purposes film music serves and the forms it takes); Technique (how to synchronize music to picture and the specia In addition to the new material on the synthesizer mentioned above, the author has completely reviewed the four parts of the book and integrated new material where appropriate: History (an overview from the silent films to the present); Aesthetics (the artistic purposes film music serves and the forms it takes); Technique (how to synchronize music to picture and the special demands of television); and Contemporary Techniques and Tools (comprising video post-production, digital audio, and other innovations). A completely updated bibliography rounds out this informative study.

30 review for Film Music: A Neglected Art : A Critical Study of Music in Films

  1. 5 out of 5

    Frances Wilde

    Kind of outdated in some ways but some useful stuff on unspoken refinements/ psychological capacities of film music.

  2. 5 out of 5

    Theophilo Pinto

    Prendergast escreveu este livro em 1977 e foi muito citado depois por causa dele. O subtítulo, que fala da música do filme como ‘uma arte negligenciada’, digamos assim, mostra bem como os críticos musicais acham que esse tipo de música aparece num contexto maior: uma música pouco reconhecida, mesmo tendo seu valor, e aí esses textos tentam ‘resgatá-la’ do obscurantismo. O problema é que boa parte dessa música foi feita justamente para não ser notada como música em si, mas como suporte ‘psicológi Prendergast escreveu este livro em 1977 e foi muito citado depois por causa dele. O subtítulo, que fala da música do filme como ‘uma arte negligenciada’, digamos assim, mostra bem como os críticos musicais acham que esse tipo de música aparece num contexto maior: uma música pouco reconhecida, mesmo tendo seu valor, e aí esses textos tentam ‘resgatá-la’ do obscurantismo. O problema é que boa parte dessa música foi feita justamente para não ser notada como música em si, mas como suporte ‘psicológico’ e emocional de uma narrativa temporal que se compõe de imagem e som. Como disse Claudia Gorbman no seu livro, são unheard melodies, melodias não-ouvidas conscientemente, mas que têm uma força muito grande no estabelecimento de um clima emocional, de uma época, da urgência com que algo tem de ser feito e assim por diante. Prendergast dividiu o texto em três partes, a história, a estética e a técnica, mas quase três quartos do livro são usados para dar conta da história da música no cinema, desde os tempos do cinema mudo até a década de 1960. Isto é, ele menciona Jerry Goldsmith e Henry Mancini como dois dos mais recentes mestres do assunto. Obviamente, estão lá os já ‘veteranos’ Max Steiner, Miklos Rósza, David Raksin, Hugo Friedhofer, Bernard Herrmann e vários outros que criaram trilhas para a chamada “Era de ouro” do cinema, ou, poderia dizer, o “cinemão”. É interessante notar que, à época do lançamento do livro, as trilhas de cinema que usavam música pop estavam em grande uso, e o tipo de música que esses maestros faziam parecia ser um momento bonito, mas superado na indústria cinematográfica. Prendergast não teve tempo de colocar no livro a “virada” na música que aconteceria com John Williams e as trilhas de Tubarão, de 1975, e principalmente Star Wars, de 1977. Essa música, junto com a nova estrutura de sonorização proporcionada pelo surround da Dolby iriam trazer de volta essa música grandiloquente e emocionante para muitos filmes daí em diante. Isso não quer dizer que o livro de Prendergast seja completamente superado. Ele traz interessantes análises de algumas trilhas e é ótimo para quem lê partituras (aliás, que bom que ele as encontrou!). Em outras palavras, esse livro parece ser dirigido a um público conhecedor do código de notação musical, e talvez tenha sido escrito com o estudante de composição em mente mais do que um leitor ‘leigo’. No entanto, mais do que ler as partituras, o que parece mais decisivo para a melhor apreensão do livro é o acesso aos filmes que ele cita. Eu mesmo fui assistir Laura, de 1944, e vários outros justamente para tentar entender melhor o texto do livro. Isso foi, de longe, bem mais importante do que ler a partitura. Além da história da música no cinema, Prendergast escreve sobre algumas questões estéticas. São capítulos bem menores e o que parece ser mais importante ali é a justaposição de suas ideias com a de teóricos consagrados como Eisenstein e Eisler, que ele comenta (e critica) Uma seção final, feita talvez para dar uma abrangência maior ao assunto que ele pretendeu abordar, está na técnica de composição, no sentido de explicar como música e imagem é sincronizada e os motivos para que os trechos musicais normalmente sejam curtos ou tenham interrupções para que possam ser gravados e editados com mais facilidade e a um custo mais baixo (imagine o que seria gravar uma peça de 15 minutos sem interrupção e um flautista da orquestra errar faltando 30 segundos para terminar...) Isso eu mesmo aprendi ao gravar discos, tentando deixar trechos com uma instrumentação mais complicada (como violinos, por exemplo) terem momentos para ‘respirar’ e permitir uma ‘emenda’ de gravação caso algo desse errado mais adiante. Prendergast mostra alguns exemplos como tudo isso era planejado desde a partitura. Enfim, este parece ser um livro para alguém com um conhecimento um pouco mais técnico de música e que tenha um repertório razoável com relação aos filmes que ele cita e são vários. Atualmente, o Youtube tem muitos deles, senão inteiros, pelo menos alguns trechos importantes, que normalmente são aqueles que o autor cita. Bom para quem quer investir algum tempo pesquisando sobre a música nos filmes americanos e seus compositores.

  3. 5 out of 5

    Stephanie

    As stated in the title, the author's motivation in writing this book is that of all the critical theory applied to filmmaking since its inception, little or none of this academic effort has been focused on the art of creating and utilizing music in films. Having just finished the book, I'd tend to agree -- I have a bachelor's in film and virtually all of the content of this book was new to me. Now, I can't speak for all cinematic educations, and presumably there are more books on this subject no As stated in the title, the author's motivation in writing this book is that of all the critical theory applied to filmmaking since its inception, little or none of this academic effort has been focused on the art of creating and utilizing music in films. Having just finished the book, I'd tend to agree -- I have a bachelor's in film and virtually all of the content of this book was new to me. Now, I can't speak for all cinematic educations, and presumably there are more books on this subject now than in 1992 when the second edition was published, but I found this an enlightening and comprehensive introduction into an entire creative aspect of filmmaking that I had never approached academically before. As an aside, a noted criticism of this book by other reviewers is that the cited examples are decidedly out of date - but what can you do when the first edition was produced in the late 70s? My take-away is that this is a music-oriented history of film; since these scores and films are relatively easily accessed via YouTube and Netflix etc., there's no real reason why the student cannot become acquainted with the source material. Anecdotally, after Prendergrast devoted literal pages to the particular use of a monothemistic score in the 1944 suspense drama "Laura," I was surprised to see it available on Netflix - I wouldn't have stumbled upon it or probably even watched the film otherwise, and I'm very glad I did.

  4. 4 out of 5

    Jake

    Since I was a little kid and my parents bought me the Superman soundtrack on 8-track, the music I have most loved is original film music. In college I began reading about it and even guest-lectured about it for one of my professors' Gen. Ed. music classes. If it's a subject in any college anywhere, Norton has published a textbook to beat out competitors. So it is with film music. Pendergast's book is a great contribution to literature about film music. By no means did this feel like the must-have Since I was a little kid and my parents bought me the Superman soundtrack on 8-track, the music I have most loved is original film music. In college I began reading about it and even guest-lectured about it for one of my professors' Gen. Ed. music classes. If it's a subject in any college anywhere, Norton has published a textbook to beat out competitors. So it is with film music. Pendergast's book is a great contribution to literature about film music. By no means did this feel like the must-have treatise on film scoring. However, Mr. Pendergast does a great job of exploring the topic. He covers the subject according to history, aesthetics, technique, and contemporary techniques and tools. If you are really into film music, grab a copy. If you are looking for something more colorful, bear in mind this work is really a textbook.

  5. 4 out of 5

    Clare

    Worth its weight in gold if just for the excerpts of Bernard Herrmann's Psycho film score. Worth its weight in gold if just for the excerpts of Bernard Herrmann's Psycho film score.

  6. 4 out of 5

    Sanna

  7. 4 out of 5

    Eugene Iemola

  8. 4 out of 5

    Chris

    Made me appreciate the incredible talent and industry that's gone into film music. Made me appreciate the incredible talent and industry that's gone into film music.

  9. 5 out of 5

    Viola460

  10. 4 out of 5

    Connor

  11. 5 out of 5

    Renovia Day

  12. 4 out of 5

    Eleni Mitsiaki

  13. 5 out of 5

    Sverre

  14. 4 out of 5

    Thomas Mallon-McCorgray

  15. 4 out of 5

    Maladie

  16. 4 out of 5

    Danielle Stanton

  17. 5 out of 5

    Jumoke Adebimpe

  18. 4 out of 5

    Inês Teles Carvalhal

  19. 4 out of 5

    Travis Merchant

  20. 4 out of 5

    Gail

  21. 5 out of 5

    Andrés Franco Medina-Mora

  22. 5 out of 5

    Dean Duncan

  23. 4 out of 5

    Matthew McAllister

  24. 5 out of 5

    grace

  25. 4 out of 5

    Charlotte

  26. 4 out of 5

    Alvin Ealy

  27. 5 out of 5

    Pruston

  28. 4 out of 5

    Zeek Twerpy

  29. 5 out of 5

    Zechariah

  30. 5 out of 5

    xGvJx

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